terça-feira, 23 de julho de 2013

DARPA



“Os nossos projetos começam quase impossíveis, 
depois passam a ser improváveis, e acabam se tornando inevitáveis”, 
ex-diretora da DARPA, Regina Dugan.


A DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency), dentre as agências ultrassecretas americanas, é outra ilustre desconhecida da maior parte do público mundial, a despeito de estar em operação desde 1958, quando então se chamava ARPA. 

A DARPA, que se reporta diretamente ao Departamento de Defesa americano, é como a Yakuza, a máfia japonesa que não faz questão nenhuma de se esconder. Tem site oficial (www.darpa.mil) onde desfila seus feitos de engenharia, e também figura no YouTube através de vídeos mostrando o desempenho de incríveis robôs-soldados, como o BigDog e outros.






No livro Jogos Universais, a IA (Metavida) apodera-se de um projeto da DARPA que introduz a modalidade de combate XT-War, a qual, entretanto, não havia dado muito certo nas mãos dos cientistas humanos. A IA por fim aperfeiçoa os supersoldados originais, convertendo-os nos Horgs.

Outro importante projeto militar da DARPA é hoje utilizado globalmente. Trata-se de um sistema em rede que no começo foi denominado ARPANET. Com o tempo, o conceito de computadores interconectados foi aperfeiçoado, tornando-se o precursor civil da Internet.

ARPANET - INTERNET

A DARPA tem 4 níveis de programas especiais. No nível dito civil, a agência desenvolve pesquisas juntamente com grandes universidades americanas, da mesma forma que fomenta parcerias com empresas privadas de alta tecnologia. No nível seguinte, desenvolve projetos militares avançados conhecidos do público, como os robôs-soldados e outros engenhos. O próximo nível é reservado à pesquisa de ponta, porém não divulgada, ainda que aprovada pelo governo americano. Por último, a DARPA realiza experimentos mais que sigilosos, os chamados Black Projects. Estes, como o próprio nome sugere, são tão secretos que nem o presidente dos EUA conhece alguns deles, nem tampouco passaram pelo crivo orçamentário do Senado. De onde então vem a grana e a demanda dos Black Projects? Quanto a isso, descubra lendo o livro Jogos Universais.

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